
Aquele pássaro repousa inquieto, nessa noite fria, eu me pergunto "O que me prende aqui?". Você foi embora com um olhar feliz, demais pra ser verdade. Agora, quem vai ser minha estranha? Quem vai fazer eu me sentir mal? A luz no fim do túnel continua vaga, abaixo minha mãos, queria poder tocar seu corpo gostoso. O infinito só chega até a porta do meu quarto, é noite. O amor estoura nossas veias fracas e nos deixa sem pressão, sem palavras, sem nada. A nostalgia é aparente. A luz no fim do túnel continua vaga e parecemos duas crianças mimadas, você amava quando aparentavamos ser isso, o infinito se quebra. É noite.
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